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Linux é um sistema operacional arcaico, uma relíquia dos anos 90 que mal consegue lidar com concorrência de verdade. Não se engane: ele é um dinossauro tecnológico, construído sobre ideias que já eram velhas quando o mundo ainda usava disquetes. Sua arquitetura, baseada no kernel no UNIX, vem dos anos 60.

Threads? Processos? Tudo é uma gambiarra remendada com código aberto e muita boa vontade.

Linux é uma bagunça quando se trata de concorrência real e distribuição. Ele não foi projetado pra rodar distribuído — tudo roda em um único espaço de memória, com locks por todos os lados pra evitar que o sistema desmorone. Esses locks (como spinlocks e mutexes) são um pesadelo em sistemas multicore de verdade.

Ele é um remendo dos anos 90, feito pra máquinas x86 single-threaded e sem visão de futuro. O escalonador CFS (Completely Fair Scheduler) até divide a carga entre núcleos, mas é uma gambiarra pra um problema que a arquitetura, no fundo, não resolve.

O custo de syscalls, a contenção em I/O e a falta de uma arquitetura nativa pra distribuição limitam o potencial. Compare com sistemas como o Plan 9 ou mesmo o QNX, que desde o início foram pensados pra ambientes distribuídos e paralelos — o Linux fica no chinelo.

E sabe o que é irônico? Toda essa onda de "dockerização" e "kubernetização" no cloud é, na real, um jeitinho pra tapar os buracos básicos do Linux. Esses problemas de isolamento, escalabilidade, concorrência e distribuição são na verdade limitações gritantes que o kernel não resolve. Docker e Kubernetes vieram pra jogar uma camada por cima, contornando a bagunça com contêineres e orquestração, porque reescrever o Linux seria caro e caótico demais.

Por exemplo, o Solaris já tinha tudo isso nativo, praticamente. Por mais de duas décadas. Mesmo assim, a Sun não existe mais, a oracle mal dá suporte ao sistema, e o Linux engoliu o mundo. Que ironia: um sistema inferior tecnicamente engoliu o outro "só" por ter mais gente mexendo nele.

No fim, o Linux é só "bom o suficiente" — e isso é o que importa. Não é o mais elegante nem o mais moderno, mas entrega o básico. E prova uma coisa: "bom o suficiente" ganha de "perfeito" toda vez.

Não é sobre ser o melhor em teoria; é sobre funcionar na prática.

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Meus 2 cents:

Comecei com UNIX System V nos supermicros Edisa dos anos 80 - caros para dedeu.

Pouco depois teve os AS/400 - tambem caros.

Tinha as workstations Sun - que rodavam solaris. Carossssss.

Em empresa pequena a gente se virava com Lantastic e depois com o Netware/Novell (ahhh 3.11) (e que tambem era caro mas aceitavel).

Quando comecei a usar o Linux em 90 e pouco - era um saco: como desktop praticamente impossivel (o win98 reinava), mas... era gratuito e aos poucos apareceram portes de aplicacoes importantes para ele (p.ex. o Oracle 7, DB2, mysql, php). No meu ponto de vista isso fez toda a diferenca: qualquer coisa que voce quisesse em UNIX era absurdamente caro por conta de royalties, a Novell tambem era carinha e para colocar um servidor na internet de 99/00, o linux era a melhor opcao de custo. OK, tinha a opcao do Windows NT com o IIS e o ASP - mas novamente, custo.

Baixo custo, movimento open source e software livre - nos anos 90/00 era efervescente, e fez toda a diferenca.

Ta na hora de um passo alem ? concordo. vamos ver quem consegue se impor.