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O "FAZEDOR" vence o "APRENDEDOR"

Você provavelmente conhece alguém que é um excelente APRENDEDOR, está sempre fazendo vários e vários cursos, lendo papers e mais papers, participando de seminários, workshops e xpto.
E isso é bom, mas ser só um APRENDEDOR não basta, você DEVE ser um FAZEDOR também.

O pensamento do APRENDEDOR é esse:

  • "Vou aprender só mais essa tecnologia aqui e vou começar aplicar para as vagas";
  • "Vou só aprender mais esse conteúdo aqui e vou montar um canal no Youtube";
  • "Vou participar só de mais um seminário e começar o meu negócio"!

E por ai vai... anos e anos se passam e ele não fez NADA, não colocou nada em prática do que aprendeu.

Enquanto isso o FAZEDOR que as vezes intelectualmente falando é mais "fraco" que o APRENDEDOR, se destaca, pois ele aprende um pouquinho e coloca em prática, termina de ler um paper e já coloca em prática, e por ai vai... fazendo, fazendo, fazendo e fazendo...

E então o aprendedor se revolta e questiona: por que o FAZEDOR se destaca e ele não?

Minha dica cara:
Sempre que aprender algo novo, pergunte-se como pode aplicar esse conhecimento. Transforme o abstrato em algo concreto, seja por meio de resumos, artigos, aulas ou discussões com outras pessoas.

Mas faça algo com aquilo que aprender, REAGE!

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Sem equilíbrio não chegamos em lugar algum, aprender e fazer algo não garante o sucesso de ninguém, até porque a métrica é se aquilo transformou todo o esforço em capital. A publicação é interessante para reflexão e trás pontos relevantes, mas é muito mais do que isso, é sobre estar no momento certo com as pessoas certas, para aplicar tudo que vem aprendendo e colocando em prática, mas a capacidade de traduzir tudo em um negócio valioso.

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Claro, eu penso da seguinte forma, o tempo é igual para todos e sabemos disso, mas o que se faz com ele é a chave para todas as coisas boas que encontramos hoje na área, mas deixarei de ser tão óbvio agora, quando você só constroi as coisas o máximo que vai aprender são habilidades que foram utilizadas no produto, ou seja para você que esta passando por esta experiência aquilo já esta finalizado e você ganhou algo por isso, mas nada tão relevante e se for dinheiro, ele pode ir rápido. Se assumir esse modo de operar as coisas saiba que uma boa estratégia de investimento pode reter este capital.

Mas quando você e não digo estar como aprendiz a todo momento, mas sabe utilizar ferramentas que valorizam o processo de se construir algo com o entendimento necessário, seja aprender como um determinado mercado funciona, o que os clientes querem e como pode traduzir o que você sabe para resultados significativos, e até mesmo desenvolver seus próprios métodos e ferramentas, a chances de ganho são maiores, e outra vez não precisa ser dinheiro, não mais que um desenho mas uma necessidade para se manter constante na trajetória do seu próprio desenvolvimento.

Focar na colaboração ativa e estar sempre aberto a aprender, sem deixar que qualquer tipo de vaidade interfira, faz com que o processo seja proveitoso e claro, mas como sabemos que nem sempre é assim, porque temos pessoas que iremos interagir constantemente que não pensa da mesma forma, é ai que entra o "jogar o jogo", você não precisa ser aquilo constatemente e sabemos que pode ser cansativo, então as escolhas certas te guiara para fazer com que o seu trabalho seja recompensador no final das contas.

Melhor do que fazer e aprender, e saber como estas coisas acontecem para cada um de nós, porque vivemos conectado e muitas das vezes pode vir aquela sensação de não estar absorvendo nada ou de se ter muitas escolhas para fazer, é quando você esta pronto para iniciar uma conexão se souber com o que esta lidando, para conhecer pessoas que te abram o caminho ou você fazer por si só.

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O essencial é ser um pouco dos dois, mas como ninguém é de ferro, muitas vezes só conseguimos ser um e realmente, ser um fazedor é muito mais interessante. Pra mim isso é ainda mais interessante, porque aprendo fazendo, é super importante colocar a mão na massa sem medo de errar, somos todos humanos!

No fim, o fazedor é que vai ter a experiência na prática e o projeto no portfólio. Só vantagem!

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Precisa ler isso, obrigado pela ajuda, Wesley!
Isso faz total sentido para mim, qualquer coisa que aprendo, so me sinto seguro logo após quando aplico na prática.

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Isso é uma enorme verdade. Assim como é verdade que quase todo mundo não sabe o que vai precisar em algum momento, a pessoa não sabe que base precisa ter e não sabe onde precisa se aprofundar. A pessoa não sabe nem o que não será usado diretamente mas que servirá para formar seu pensamento e raciocínio. Quem estritamente só aprende o que vai usar só saberá seguir receitas de bolo.

Boa parte das dificuldades que as pessoas possuem em programação é falta de matemática e comunicação e expressão, além de ciências. Algo que a escola deveria entregar em alto nível de qualidade, mas ela faz o oposto.

Boa parte da minha capacidade de criar, de me comunicar, de pensar fora da caixa, de ir além do básico é eu aprender coisas que parecem que não me servem para nada, o que inclui aí até aspectos que parecem ser só para diversão.

Transpondo isso para a programação do dia a dia, boa parte do que as pessoas colocam em seus códigos ela nunca precisará, e quanto mais a pessoa aprendeu pelas modinhas, mais ela fará isso. Então saber dosar o que deve fazer ou aprender para ir além do óbvio e ululante é uma das características que mais deve cultivar, e para isso deve errar, e errar muito.

Nenhuma invenção nasceu sem muitos erros antes. O desenvolvimento da ciência é toda baseada em fazer um monte de coisas que não servem para nada, até que alguma, lá no futuro, servirá. Por isso a IA levou cerca de 3/4 de século para começar dar resultados mínimos (sem contar algumas teorias anteriores, e muita matemática que não se sabia bem para onde seria usada), mas sem começar lá atrás ainda não a teríamos. Claro que somos engenheiros, precisamos fazer menos o que não vamos usar do que os cientistas, mas ainda precisamos nos desenvolver de forma mais ampla, até para não ser substituído pela IA.

Quem faz errado pode não vencer muita gente.

Então me diga, você deve aprender o que é "ululante" ou pode descartar essa?

S2


Farei algo que muitos pedem para aprender a programar corretamente, gratuitamente (não vendo nada, é retribuição na minha aposentadoria) (links aqui no perfil também).

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Faz todo sentido. Ao longo da minha carreira, sempre busquei fazer muitas coisas — várias e várias vezes. Em algumas empresas por onde passei, percebi que muitos colegas, apesar de serem bons programadores, quase nunca tinham criado sistemas do zero. Estavam acostumados apenas a dar manutenção em sistemas já prontos.
Enquanto isso, eu já tinha desenvolvido sistemas do zero, lidado com legados, criado dois frameworks... Ou seja, mesmo com menos tempo de carreira, eu já tinha vivenciado muito mais desafios do que grande parte da equipe. O fazer sempre foi o que mais me impulsionou!

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eu tenho um medo genuíno de me tornar esse tipo de profissional, as vezes me pego refletindo o quão "ferrado" eu estaria pra tentar resolver esses tipos de problemas, já que não costumo praticar tanto; e nisso os programadores práticos se saem melhor.

é um desafio constante, ainda descobrindo meus medos, frustações e receios que me impendem de ser uma pessoa mais prática, aos poucos estou conseguindo mudar essa situação, mas ainda assim, há muitas coisas para mudar.

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Eu gosto da teoria do bote, que diz o seguinte: aprender sem praticar é como remar apenas do lado direito—você vai girar em círculos sem sair do lugar. Da mesma forma, focar só na prática, sem aprendizado, é como remar apenas do lado esquerdo—o resultado é o mesmo.

O ideal é equilibrar os dois: para cada remada de um lado, uma remada do outro, garantindo que o bote avance. Às vezes, pode ser necessário remar mais forte de um lado, mas inevitavelmente será preciso corrigir o curso para chegar ao destino.

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gostei da teoria, vou lembrar dela sempre que eu estiver passando por essa situação; essa é a mais pura verdade...

tudo em excesso faz mal querendo ou não, por isso é fundamental buscarmos o equilíbrio.

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sempre fui daquele tipo de pessoa que prefere ficar no mundo das ideias; no entanto, comecei a estudar banco de dados na faculdade, e como estava sem tempo para "aprender" tive que me virar para aplicar esse conhecimento em todas as situações possíveis.

resultado: aprendi a criar, manter e gerir um banco de dados local.

É uma base de dados simples? bastante, mas estou sempre pesquisando novas possíbilidades de melhorias, ao mesmo tempo que tenho consigo ser "produtivo" e entregar todas informações organizadas que o meu chefe precisa; fazia tempo que algum assunto não me empolgava tanto assim, acho que tentar ser mais prático torna o aprendizado muito mais divertido.