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Acho que em alguns casos será bastante útil esse conhecimento, como otimização no uso de recursos ou melhoria de desempenho. Sempre tem demanda pra isso em aplicações corporativas ou desenvolvimento de embarcado. Então saber programar em uma linguagem de 3ª geração continuará tendo mercado, ainda que reduzido com o tempo.

Acho que não terá mais volta quando subirmos o nível com linguagens de 4ª geração. Da mesma forma que você não especifica como o database tem que fazer o scan na table ao usar SQL, vamos programar cada vez mais em alto nível e com mais abstrações. O lance é se adaptar pra não perder o bonde.

A linguagem Mojo tem recursos de alto nível para usar GPU, e vai cada vez mais abstrair os detalhes, não precisa mais ser especialista em "vectorized computation" e "parallelism".

Eu sou back-end, acompanho as inovações no front-end pra não ficar tanto defasado. Mas hoje em dia é tanto framework, libs, tudo componentizado. Tem até uma extensão no chrome pra você navegar pela internet e quando encontrar um botão com estilo legal, a extensão te entrega o code-snippet do botão. E um agente de IA vai fazer isso pra ti. Vanilla JS uma hora será bastante reduzido e somente usado para casos especiais.

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Sou dev e gestor de devs há 30 anos. Hoje uso Node e Python pra back e respeito muito o Golang. Mas tudo que foi escrito me lembra um romance de ficção-científica que li há 40 anos: "A Rebelião das Máquinas ". Num mundo pós apocalíptico poucos humanos sobreviventes viviam dentro de casulos mecanizados controlados por computadores que faziam tudo, inclusive manutenção ao suporte de vida. E todos os engenheiros ja haviam morrido, só um restava. Esse cara estava velho e temia l, que, após morrer, as máquinas ficassem sozinhas na auto manutenção até que uma falha não prevista fizesse todos morrerem porquê as máquinas não sabiam os detalhes, só o genérico dos algoritmos.

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