Eu não sei bem como recrutadores fazem, mas pela minha experiência fazem de forma muito mecânica na maioria dos casos.
Também sei que muita gente de tecnologia, sênior ou não, na hora de contratar tem critérios esquisitos para mim. Ou eu que tenho.
Pelo que percebo a maioria das contratações (mas não costuma acontecer tanto nas melhores vagas) procura alguém que se encaixa nas específicações da vaga, então se ela pede linguagem X e você não tem, provavelmente será descartado. Tem lugares que procuram pessoas com potencial, com base muito sólida, para que a pessoa aprenda certa linguagem se ela não souber. Claro que muitos lugares não ligam para isso, geralmente as piores vagas, mas elas são muitas.
De fato saber resolver o problema é o que vale na programação, mas não necessariamenet no mercado de trabalho. Por exemplo, a maioria das aplicações que fazem para web não deveria ser, para desktop seria a solução, assim como boa parte do apps para celular deveria ser websites, mas o mercado faz o contrário do que a engenharia indicaria. Por isso que decisões de mercado (inclui o RH) e de engenharia são meio incompatíveis, precisa ver se você quer atender o mercado ou fazer o correto, pelo menos em boa parte das situações.
Até onde eu vejo, um sênior costuma ser descartado por não saber determinada tecnologia, a não ser que os outros candidatos sejam muito ruins, mas isso não é uma verdade universal.
S2
Farei algo que muitos pedem para aprender a programar corretamente, gratuitamente (não vendo nada, é retribuição na minha aposentadoria) (links aqui no perfil também).